15 de setembro de 2014

Lugares pra conhecer: Saara.


الصحراء الكبرى
Texto: Ed Schramm.
Fotos: Rich Stapleton via Cereal Mag

É popularmente conhecido como o maior e o mais quente deserto do mundo. Oficialmente, é o segundo maior deserto da Terra, logo após da Antártida, que também é um deserto!




O  deserto é rico em história e possui diversos fósseis de dinossauros (viva os dinossauros! \o/) e alguns outros  animais, e também o que sobrou de várias civilizações que já foram encontradas ali.




O Saara pode ser classificado em dois trechos distintos, um dominado por dunas arenosas chamado Erg, e outro bastante pedregoso denominado Hamadas. Particularmente, tenho interesse em passear pela parte arenosa, e de fotografar um (ou vários) adax, um antílope branco que habita o deserto e que infelizmente está ameaçada de extinção. Falando em animais, os dromedários e cabras são os animais predominantes no Saara. Isso se deve às suas habilidades de sobrevivência, da resistência e da velocidade, acho que todo mundo sabe que o dromedário é o animal favorito dos nômades, né? E vocês, tem sentido vontade de viajar pra onde ultimamente?

11 de setembro de 2014

Pesadelos infantis por Arthur Tress.


Fotografias de tirar o fôlego
Texto: Ellyn Ruddick-Sunstein
Fotos: Arthur Tress
Tradução: Ed Schramm.

Conforme a virtude da infância some, se revelam os pecados de um desesperançoso mundo adulto, onde a ameaça de punição e humilhação se torna onipresente.



P ara seu projeto sobre sonhos infantis dos 60, o legendá'ríó fotógrafo Arthur Tress idealizou os medos subconscientes da mente inocente. Enquanto trabalhava com o educador Richard Lewis do The Touchstone Center, ele observou um exercício em que os jovens eram aconselhados a construir poemas e pinturas de seus sonhos; inspirado, ele começou a colaborar com estas crianças para criar essas imagens que perseguiram muitos de nós quando éramos mais jovens (ou até hoje em dia mesmo, quem sabe?).


Inspirado parcialmente no conceito de arquétipos, as imagens representam tanto as ansiedades do indivíduo quanto o receio de uma década transformadora. Aqui, vida doméstica e suas atividades mundanas deixam de proporcionar conforto, e o lar – e por extensão, a figura materna – se tornam irreversivelmente corrompidas.
 

julho agridoce

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